20 anos de Mercado Financeiro: conheça a trajetória de Celson Placido

Meu nome é Celson Placido, sou casado, tenho 2 filhos gêmeos e dois cachorros. Ao contrário do que muitos pensam, nunca imaginei ter uma carreira no mercado financeiro.

Para falar a verdade, eu nem sabia o que cursar na faculdade e muito menos o que era esse mercado. A minha grande dúvida estava entre fazer um curso de Engenharia ou de Educação Física.

No meio desse caminho, surgiu a Administração. Costumo brincar dizendo que quem cursa Administração ainda não sabe bem o que faz, mas meu pai era gerente de uma companhia de cerveja e eu observava as oportunidades e caminhos que ele poderia seguir.

Durante a época universitária dele não existia o bacharel em Administração, por isso, formou-se em Direito e posteriormente passou a desempenhar funções de gerência.

Minha mãe, professora, desempenhou um papel muito importante na minha vida no que tange à educação. Graças a ela desenvolvi uma vontade por dar aula e ter um projeto educacional.

E foi aí onde tudo começou…

A faculdade e o primeiro estágio

Mercado Financeiro

Entrei na Universidade Federal Fluminense para cursar Administração com o propósito de posteriormente fazer um mestrado e dar aulas. A ideia se perpetuou um tempo depois de formado, onde cheguei a fazer o mestrado por quase ano na PUC- Rio em 2001. Porém, fui transferido para São Paulo e acabei não retornando para concluí-lo.

Mas isso não vem ao caso agora…

Quando eu tinha meus 20 anos, meu primeiro objetivo era comprar um carro. Aquilo não saía da minha cabeça.

E foi exatamente por isso que eu quis começar a estagiar logo, e ainda muito no início da faculdade eu consegui uma vaga numa empresa bem distante do mercado financeiro.

Então eu comecei a estagiar em uma empresa de navegação, ganhando 500 reais. Como minha meta era comprar meu primeiro carro, já separava 100 reais pra conseguir realizar o meu sonho.

Na parte da manhã eu trabalhava no departamento de marketing da empresa e, na parte da tarde, no financeiro.

Aquilo realmente me movia e logo eu consegui ser efetivado na área financeira da empresa no segundo semestre de trabalho. Eu sempre fui muito inquieto e faminto por conhecimento, sempre busquei desafios que testassem meus limites. Ser efetivado era um desafio e eu consegui.

O ponto é que eu senti que estava em um momento no qual deveria focar mais nos estudos e em crescimento do que buscar uma posição de destaque. Isto aconteceu muito pelo fato de eu não me ver trabalhando ali por tantos anos. Eu queria um lugar no qual aprendesse mais do que qualquer outra coisa.

Por isso resolvi tomar risco…

Processos Seletivos

Em 1997 eu tinha 21 anos e naquela época a maioria das pessoas que se formava em Administração ia procurar emprego nas áreas de auditoria e consultoria.

Eu nunca gostei de seguir os modismos, mas a concorrência pelas vagas me chamou atenção porque para conseguir eu teria que me dedicar muito e me superar de novo. Então lá fui eu para a seleção das “Big Five“.

Inseguro, imaturo e com nenhuma experiência, claro que eu tinha certeza de que não estava preparado para aquilo. Mas eu fui.

Faço uma pausa aqui para mais um aprendizado: se você não agir até se sentir plenamente pronto para encarar seus desafios, pode saber que já vai ser tarde demais quando você tentar.

Eu não conheço nenhuma trajetória de crescimento expressivo que tenha acontecido sem uma grande dose de risco. É assim nos investimentos, é assim na vida.

Crescimento só acontece fora da zona de conforto e com aprendizado constante.

E assim foi: aquele processo seletivo estava muito distante da minha zona de conforto e exigiria uma curva de aprendizado muito forte.

O primeiro grande desafio

Participei do processo seletivo de duas grandes empresas, a KPMG e Ernst & Young. Eram etapas extremamente longas e desgastantes, fiz vários testes e entrevistas cansativas.

Depois de quase 6 meses de processo e intermináveis etapas com dinâmicas, provas de raciocínio lógico e conhecimentos gerais, entrevistas, até que cheguei à fase final nas duas.

Entre mim e a vaga só restavam uma entrevista com o sócio e uma redação.

Eu não passei de primeira. Tentei pela segunda vez, cheguei até à fase final novamente e também não passei.

Porém, a KPMG me indicou para o Banco Icatu e a Ernst & Young me indicou para a Coca-Cola. As duas vagas eram para estagiário, lembrando que eu já era funcionário na empresa offshore. Na Coca-Cola eu trabalharia na área de mídia e no Banco Icatu na parte de auditoria interna.

Fiz as seleções e fui aprovado nas duas. Nessa época ainda não tinha conhecimento e resolvi procurar sobre o mercado financeiro.

Meu chefe na empresa de navegação me disse que era um ramo que tinha tudo a ver com o meu perfil.

Por um lado, a oportunidade da experiência de trabalhar numa gigante internacional, em um projeto de mídias extremamente interessante e inovador para a época.

Do outro, o mercado financeiro representado por uma caricatura carioca. O Icatu já era uma enorme referência para o mercado e essa tal de meritocracia me ganhou.

Eu tinha feito a minha escolha, mas não dependia só de mim…

Problemática

Sair da empresa de navegação para o Icatu foi uma decisão muito complicada: eu já era efetivado, ganhava bem, e estava trocando isso por um cargo de estagiário em um Banco, onde meu salário seria reduzido pela metade e eu teria que ralar muito para poder dizer que dei um passo atrás para dar dois para frente.

Desde que comecei a trabalhar, eu não só me sustentava, como já contribuía em casa. Nasci na Penha e cresci no Rio Comprido, subúrbio carioca. Nunca passei fome, mas também não tive nenhum luxo em casa. Naquele momento, minha contribuição em casa, por menor que fosse, já era parte do orçamento da família. Por isso essa não era uma decisão só minha. Eu tive que perguntar para minha mãe se poderia passar a ajudar com a metade do valor de antes.

Ela entendeu minha situação e me apoiou.

Tempos depois eu me dei conta do real valor daquele dinheiro: os 150 reais que eu deixaria de dar não eram relevantes para a minha mãe, mas o aprendizado que eu tirei daí valia muito para ela.

E hoje vejo como foi importante para mim ter aprendido a dar valor ao trabalho como ela me ensinou. Meu filho, Dudu, de 7 anos, separa uma parte da mesada dele e pede para eu investir porque ele fica com medo de não conseguir comprar o picolé que ele mais gosta na escola depois de um tempo. É ou não é motivo de se orgulhar?  

Naquele momento da minha vida eu queria estar em um lugar que permitisse que eu subisse os degraus da minha carreira tão rapidamente quanto eu sonhava e o ambiente meritocrático do mercado financeiro representava exatamente isso.

Então eu topei o desafio do Icatu e foi aí que eu estreei no mercado financeiro. 

Banco Icatu

Era janeiro de 1998 e eu comecei o tal estágio na área de auditoria do Banco Icatu, onde fiquei por 2 anos. Com um senso de responsabilidade desenvolvido pela experiência anterior, voltei o foco do meu aprendizado para matérias relacionadas à contabilidade.

Por mais que eu não achasse que aquilo me tornasse diferente da manada, era o que eu precisava no momento e me trouxe um ensinamento extremamente importante.

A vida não vai te dar o privilégio de acertar todas as previsões nos seus planos. Se naquele momento eu não via muito valor no que aprendia, hoje olho para trás e vejo como esse aprendizado foi importante na construção do profissional que me tornei.

Ou seja, você terá que desenvolver uma coisa chamada adaptabilidade. Aprender só o que gosta nem sempre é uma opção, mas lembre-se: conhecimento é poder e esse é o melhor ativo no qual você poderá investir.

E assim foram meus 2 anos, repletos de contabilidade. Porém, uma surpresa completamente desagradável chegou até mim. Faltando poucos meses para a minha formatura, meu chefe disse que provavelmente não conseguiria me efetivar.

É isso mesmo que você leu. Abandonei uma carreira para me arriscar como estagiário em uma nova depois de enfrentar árduos processos seletivos e sairia dessa aventura desempregado.

Eu tinha todos os motivos do mundo para me lamentar, mas nunca enxerguei com bons olhos esse papo de vitimização…

A guerra

Como o não eu já tinha, resolvi ir atrás do sim. Enchi o peito de confiança baseado no trabalhei que desempenhei ao longo dos 2 anos e fui até o RH pedir uma vaga.

Muitos me criticaram por essa atitude dizendo que atropelei a decisão do meu chefe, mas eu acredito que o sucesso é um fator derivado de uma constante chamada risco.

Todos nós precisamos tomar alguns riscos se quisermos galgar posições maiores. Você é o único representante dos seus sonhos aqui nesse mundo.

Foi pensando nisso que bati na porta do RH para tentar provar que eu merecia um espaço. E não é que deu certo?

Me disseram que existiam duas vagas disponíveis na área de investimentos. Um era de trader e a outra de analista de empresas na gestora do Icatu.

Nesse momento, exatamente no ano 2000, depois de uma série de entrevistas, me tornei analista para gestão de fundos de investimentos.

Próximo nível

Mercado Financeiro

Foram 3 anos como analista do Icatu pegando uma experiência gigantesca que foi fundamental para formar o profissional que me tornei. Os mesmos anos agradecendo pelos 2 de dedicação em contabilidade que fizeram a diferença para o cargo no qual assumi.

Assim que o BBA comprou o Icatu, fui transferido para São Paulo. Essa mudança me gerou um novo desafio na carreira. Eu decidi que queria ser gestor de fundos, preferencialmente de ações.

Perseguindo esse objetivo, talvez um dos maiores erros da minha carreira tenha sido atropelar algumas etapas pelas empresas por que passei. Visando crescimento de curto prazo, eu posso ter me precipitado em alguns movimentos, mas claro que isso me trouxe um aprendizado fundamental para a consolidação da minha trajetória profissional, anos depois, na XP.

Aprendi que resultados relevantes vêm no longo prazo e isso é resultado de dedicação, busca implacável pela excelência em tudo e resiliência. É uma questão de ser consistente em todos esses fatores e na entrega nas tarefas de curto prazo.

Obter sucesso profissional te obriga a uma dose diária de investimento em si próprio. E isso deve ser feito todos os dias, sem falhar. É buscar incansavelmente o seu desconforto. Assim que se cresce, que evolui.

O sonho

Diante disso, nessa busca pelo sonho de ser gestor, passei pelo Santander e Petros, casas que me deram a oportunidade de ter a minha primeira experiência como gestor de carteiras de fundos de ações.

Logo em seguida, trabalhei na GP, em fundos líquidos, e ainda em uma gestora carioca em ascensão na época, chamada Opus.

Depois de tantas mudanças, hoje consigo ver que, apesar do caminho que eu segui ter me trazido tão longe – talvez até mais longe do que o garoto do subúrbio poderia imaginar -, se eu contasse com mais maturidade e equilíbrio para tomar minhas decisões de carreira, eu certamente deveria ter me aplicado mais para marcar minhas passagens por tantas casas de ponta com resultados consistentes.

Mas o futuro ainda me reservava a oportunidade que eu precisava para realizar meus maiores objetivos de vida. Foi quando a XP apareceu na minha vida de uma forma um tanto quanto improvável.

XP Investimentos

Mercado Financeiro

Sair da Opus, depois de tanta volatilidade nessa missão de ser gestor de ações, me fez refletir de fato sobre qual caminho deveria seguir.

Eu estava na casa dos 30, um currículo impecável, mas com uma necessidade monstruosa de encontrar um propósito muito maior do que simplesmente buscar o bônus mais alto.

Depois de alguns anos de carreira, você passa a enxergar algumas coisas com mais maturidade. Isto te faz entender que existem coisas mais importantes do que simplesmente ganhar dinheiro.

Eu queria algo que trouxesse algum significado para a minha vida. Queria que isso impactasse as pessoas em minha volta, muito mais do que simplesmente amigos, familiares e colegas de trabalho.

Por isso, me comprometi a não aceitar a proposta que pagasse mais, e sim a que eu enxergasse como benéfica para o coletivo. Recebi duas propostas que me seduziram muito.

A primeira era a de um banco gringo que queria fortalecer seu braço de análise. Já a segunda, muito especial, era de uma empresa vista como grande revelação no mercado naquela época: XP Investimentos.

A empresa buscava alguém que pudesse liderar a sua área comercial institucional. Seria uma mudança radical, uma vez que eu tinha vivido por 11 anos na área de gestão de recursos.

Porém, a ideia de impulsionar as frentes de negócios institucionais de uma corretora era algo que atraía bastante. Pedi conselhos para algumas pessoas na qual eu admirava e uma deles teve um papel fundamental nessa história.

Disse para mim a seguinte frase: “Olha, com toda a bagagem que você traz, se focar no desenvolvimento das suas habilidades de negociação e relacionamento, com certeza poderá voar nesse novo caminho. É mais fácil ensinar você a se tornar uma pessoa comercial do que ensinar alguém da área comercial a entender de análise.”

Dito e feito

O desafio atual era desenvolver habilidades comportamentais que ninguém, de início, sabe muito bem quais são ou por onde começar. A minha vantagem era já possuir habilidades e experiência na área de análise.

Eu estava decidido. Segui o conselho e assumi o desafio de assumir a área comercial institucional da XP Investimentos.

Mais uma aposta, mais um risco.

O início

De fato, para mim, é como se fosse ontem. O mês era novembro e o ano 2009.

Eu ouvi a seguinte frase: “Você vem para assumir a liderança das nossas frentes de negócios institucionais e tem carta branca para tocar da forma como você achar melhor”.

E quem me disse? Ninguém menos que Guilherme Benchimol, um dos empresários mais brilhantes com quem tive o prazer de reencontrar. Nós tínhamos sido estagiários juntos no Icatu e naquele momento eu chegava para um enorme desafio na empresa que ele criou do zero.

Mas é aquela velha história… “Grandes poderes vêm com grandes responsabilidades.”

Se eu tinha tanta autonomia para trabalhar, precisava ser de fato um diferencial. E eu fui.

Repliquei um serviço de relacionamento utilizado por corretoras americanas que ainda não existia no Brasil logo no primeiro ano.

Eu não podia falhar. Esse é o diferencial do ambiente meritocrático. Você só tem uma direção a seguir: o norte. Ou cresce e performa ou tá fora do jogo.

É através disso que o mindset de crescimento constante se desenvolve e aflora. Saber lidar com pressão é justamente o que te faz se manter vivo e te tira da manada.

“Eu não sei isso”, “não consigo fazer aquilo”, “isso é impossível” são frases proibidas para quem escolhe empreender ou, na melhor réplica disso no mundo profissional, escolhe seguir carreira no mercado financeiro.  

Ponha uma coisa importante na sua cabeça desde agora: o último dia fácil foi ontem.

Graças a uma equipe motivada e engajada conseguimos colocar de pé um novo modelo de serviço e revolucionamos o mercado. A repercussão foi tanta dentro e fora da empresa que, essa área que eu praticamente criei do zero, explodiu.

Hora da colheita

E você deve estar se perguntando o que aconteceu depois disso… o que você acha? Em 2010 eu tinha me tornado sócio. É aquela história: colhemos o que plantamos.

Essa é uma das frases mais verdadeiras que existem. E eu colhi os louros da minha vitória diante de toda trajetória de luta e dedicação.

Mas, eu não parei por aí. Ainda não estava satisfeito e tinha certeza que poderia fazer mais. Depois de 4 anos como head comercial institucional, com a área e resultados consolidados, era a hora de sair da zona de conforto mais uma vez e assumir novos desafios.

Um novo e último Golias na XP Investimentos

Caminhamos para 2013, ano em que fui convidado para assumir a área de análise na XP. Abrindo um parêntesis para que você entenda o contexto, a XP Investimentos surgiu como uma corretora tradicional, focada em bolsa e corretagem.

Somente em 2010 fizemos o movimento de abrir a plataforma para abrir outros produtos.

E o que isso significa?

A área de análise de ações foi o que sempre movimentou a empresa através da geração de inteligência e oportunidades de investimentos para os clientes por meio da rede de afiliados.

Ou seja, era a hora de assumir um desafio duplo: encarar a crise que o país vivia em 2013 e entregar resultado em meio a um momento de diversificação da nossa prateleira.

Eu não podia contar em deixar os meus resultados atrelados à performance da estratégia de ações, afinal, o momento do mercado não estava favorável. Além disso, era um momento de cautela e eu não venderia algo que não acreditasse.

Então, me veio o estalo. Por que não assumir uma posição mais ligada à estratégias globais de investimentos? Dessa forma eu não só teria muito mais ferramentas para agregar valor às estratégias dos clientes, como deixaria de estar refém de qualquer cenário. Bingo.

O verdadeiro “boom”

Foi assim que, no segundo semestre de 2013, me tornei estrategista-chefe da empresa. O objetivo era potencializar todas as áreas de produtos da empresa e ainda dividir meu foco entre os clientes institucionais e a enorme rede de assessores, que usavam as carteiras que criávamos com seus clientes.

Fácil, né? Com certeza não.

Depois de muito trabalho, em aproximadamente 4 meses estávamos com essa nova abordagem rodando. Em menos de 6 meses já recebíamos os feedbacks positivos dos clientes e dos assessores de todo o Brasil pela diferença do serviço prestado.

Nós não parávamos de crescer!

Visando potencializar o alcance do nosso trabalho, comecei a viajar pelo Brasil todo levando apresentações de muito conteúdo sobre estratégias de investimentos feitas sob medida para todos os perfis de clientes e adaptadas a cada cenário. Essa era nossa missão.

Com muito interesse pelo sucesso dos nossos clientes, nossa área foi ganhando cada vez mais espaço e eu cheguei na mídia.

A chuva de convites para opinar nos principais veículos de informação do Brasil e do mundo começou. Diante disso, construímos uma relação de parceria com a mídia junto com a nossa assessoria de imprensa.

Tem como não ficar orgulhoso? O trabalho feito com muita paixão e dedicação vinha sendo reconhecido dentro e fora da empresa.

Eu de fato estava gerando valor na vida das pessoas, e foi aí que eu entendi que poderia transformar muita coisa ao meu redor, mudando a realidade de muitos brasileiros.

Hora do adeus

Depois de uma história de 20 anos no mercado financeiro, tendo conquistado tantas coisas legais, hoje o que mais me motiva é levar uma mensagem positiva e disruptiva, que tem um potencial imensurável de mudar a vida de muitas famílias brasileiras.

Não sei se você se lembra, mas no início desse texto eu comentei sobre a minha mãe ter sido professora e da minha vontade de atuar na área educacional.

Acredito que com informação de qualidade e conteúdo confiável e fundamentado, a mudança pode ser transformadora.

Por isso, resolvi assumir um novo desafio, onde me dedicarei cada dia mais a ajudar as pessoas a encontrarem um caminho em que possam confiar.

Um caminho com sentido e propósito para as suas vidas…

A Proseek

E assim, em 2018, motivado por um propósito, decidi que tinha que lutar muito pela missão que eu tinha tomado para mim.

Tomei a decisão de encerrar o ciclo na XP, a casa que projetou a minha carreira no mercado financeiro, para seguir o meu coração.

É a vez de assumir novos projetos que estejam cada vez mais ligados à educação, mas sem abandonar o mercado financeiro.

Hoje tenho orgulho em anunciar que faço parte do time da Proseek como sócio e VP Institucional. A primeira empresa de formação profissional e alocação de talentos para o mercado financeiro e corporativo.

Acredito que dessa forma terei a felicidade de contribuir de forma decisiva no caminho de jovens brasileiros na busca por seus sonhos. A educação, quando motivada e direcionada pelos valores certos, possui um papel transformador.

Com isso, um novo ciclo se inicia para o Brasil e para a minha vida, renovando meu eterno compromisso com a educação.

É preciso formar uma nova geração de brasileiros mais conscientes de suas responsabilidades, que estejam dispostos a realizar todo seu potencial e alcançar seus objetivos, independentemente das circunstâncias.

Essa é a minha nova missão.

Convite

É só o começo de uma nova jornada. Por isso, deixo aqui o meu humilde convite para que você embarque nessa comigo.

Acompanhe os próximos episódios nas minhas redes sociais e nas da Proseek.

O site da empresa e nosso blog também estão a todo vapor, com conteúdo de alto nível para quem quer mergulhar de cabeça no mercado financeiro ou em grandes empresas.

Mas lembre-se: aprenda sempre, procure estar disposto a sair da sua zona de conforto, seja leal aos seus valores, assuma risco e seja paciente e resiliente.

Foi o somatório de tudo isso que me vez estar aqui hoje.

Espero que tenha gostado de conhecer melhor a minha história e as batalhas que enfrentei para chegar aonde cheguei.

O que realmente importa disso tudo é o impacto que a gente deixa no mundo e é por isso que eu luto todos os dias.

Sobre o Autor

Celson Plácido

Publicado em 08/11/2018

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